
segunda-feira, 29 de junho de 2009
sexta-feira, 26 de junho de 2009
quinta-feira, 25 de junho de 2009
segunda-feira, 22 de junho de 2009
domingo, 21 de junho de 2009
só o coquetel carlosmagno salva
tomate com sal
coca-cola
remedinho anti-gripal
(água o dia todo)
cura qualquer - qualquer, qualquer - ressaca.
sábado, 20 de junho de 2009
quarta-feira, 17 de junho de 2009
sábado, 13 de junho de 2009
quinta-feira, 11 de junho de 2009
quarta-feira, 10 de junho de 2009
terça-feira, 9 de junho de 2009
segunda-feira, 8 de junho de 2009
sueño
trampolim. eu pulava várias vezes, mas diferente dos outros, que pareciam profissionais e pulavam pra fora da piscina no mesmo impulso da entrada, eu ficava tempos até conseguir sair da água. mesmo assim, decidi ir até o trampolim mais alto. fila grande, mas rapidinho chegou minha vez. aaaaalto. tudo bem, eu tava decidida. acontece que toda hora, antes deu saltar, me lembrava de algo mais a fazer - não conseguia tirar os tênis, lembrava dos documentos na cartucheira, peraí, meus óculos escuros. e todo mundo esperando, a fila atrás e o povo lá embaixo. me jogo. sem perceber, me jogo de cabeça (sempre me jogava em pé). demoro longos segundos caindo, percebo que vou cair de barriga e já não há o que fazer. penso:
- preciso aprender a mergulhar de cabeça direito.
- preciso aprender a mergulhar de cabeça direito.
domingo, 7 de junho de 2009
why not?
a little sadness might be good to the heart sometimes.
um pouquinho de tristeza pode fazer bem ao coração de vez em quando.
um pouquinho de tristeza pode fazer bem ao coração de vez em quando.
quinta-feira, 4 de junho de 2009
terça-feira, 2 de junho de 2009
do meu primo (que lindo)
Matilde
“Fica mais um pouco, és tão bela”
Conhecera Matilde quando ela passara por Ilhéus junto com a companhia cigana de circo e teatro. Era atriz, cantora e malabarista.
Se apaixonaram naquele mesmo dia. Comiam com o mesmo garfo, cada um de uma vez, e ela bebia o aguardente direto de sua boca.
Ele a acariciava tão bem que a alma dela murmurava em seu corpo, e ela o amava e pedia-lhe que urinasse dentro dela.
Lhe implorou, certa vez, para que mordesse um pedaço de sua orelha e o comesse, e nunca fechava as portas e gavetas atrás de si a fim de não interromper a felicidade.
Era tão bela que amedrontava as pessoas. Os homens a temiam, as mulheres a invejavam. Ao nascer, tomara tudo que a mãe tinha de belo, de maneira que esta, depois do parto, ficou feia para sempre.
Era uma mulher silenciosa, que crescera no mutismo das intermináveis leituras paternas de uma única e mesma oração, em torno da qual tecia-se sempre o mesmo silêncio.
Ficaram juntos por três dias e três noites.
***
em imperiocarletista.blogspot.com
segunda-feira, 1 de junho de 2009
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